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Consulta Pública Procase II

O GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, através da SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA FAMILIAR E DO DESENVOLVIMENTO DO SEMIÁRIDO – SEAFDS, no uso de suas atribuições, torna público a realização de Consulta Pública com o objetivo de engajar efetivamente as comunidades, organizações e instituições ligadas à agricultura familiar, oferecendo informações e abrindo espaço para que possam expressar suas opiniões e contribuir para a construção e o aprimoramento do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba – PROCASE II, atuando com foco na redução da pobreza rural, na garantia da segurança alimentar e nutricional, e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas em áreas rurais do Estado da Paraíba.

Queremos ouvir suas sugestões, dúvidas, observações e anseios sobre o projeto e os documentos preparatórios disponíveis em nosso site. Sua opinião é muito importante para nós! Preencha o formulário disponível no final da página.

 

Os dados coletados através deste formulário são protegidos em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As informações não serão divulgadas a terceiros sem seu consentimento, exceto quando exigido por lei. Usaremos os dados exclusivamente para a Consulta Pública. Você tem o direito de acessar, corrigir ou excluir seus dados a qualquer momento.

 

Para mais informações, ligue para (83) 3214-9248 ou envie um e-mail para contato@procase.pb.gov.br

Procase, o que é?


O Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba – Procase II é uma iniciativa do Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido (SEAFDS), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

Qual o objetivo geral e o público-alvo do Projeto Procase?

Com investimentos em diversas áreas, o Procase II busca aperfeiçoar e adaptar os sistemas produtivos da agricultura familiar, priorizando mulheres, jovens, Povos e Comunidades Tradicionais - PCT (quilombolas, indígenas, pescadores artesanais/marisqueiras, ciganos, ribeirinhos), pessoas com deficiência (PcD) e LGBTQIAPN+.

Qual o dia da consulta pública?

A Consulta Pública do Procase II será realizada no dia 02 de julho, às 10h da manhã, no auditório da PBPrev, em João Pessoa. Você poderá participar presencialmente ou acompanhar ao vivo pelo canal do YouTube, PROCASE PARAÍBA.

Contribua com suas sugestões para fortalecer ainda mais a agricultura familiar na Paraíba.


Conheça mais:

Acesse os documentos abaixo sobre os possíveis impactos e riscos ambientais, bem como as soluções propostas.

Documentos de Referência

Conteúdo

Atualização

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Contribua:

O Procase II está em fase de construção e contamos com a sua participação. Envie suas sugestões e esclareça suas dúvidas através do formulário disponível abaixo.

  • Os documentos tem muitas páginas é muita leitura para os agricultores (as) analisarem e entender, vai ter um suporte de orientação na prática e para encaminhar as demandas?
    Os documentos são extensos devido ao volume de informações necessárias para compor o diagnóstico ambiental de todo o estado da Paraíba, abrangendo 223 municípios. Além disso, as diversas tipologias de possíveis ações ampliam as análises e proposições, resultando em documentos detalhados e abrangentes. Os agricultores não precisam ler os documentos técnicos na íntegra. Esses documentos foram elaborados para servir como referência para os técnicos do PROCASE e da assistência técnica e extensão rural (Ater) contratada. O suporte de orientação prática será oferecido para garantir que os agricultores compreendam e apliquem as recomendações de maneira efetiva.
  • Como será a seleção das comunidades e das famílias beneficiadas? Quais os critérios estabelecidos? Terá editais e ou sorteios?
    No PROCASE II a identificação/seleção das comunidades que serão beneficiadas pelos PIRs será realizada por meio de busca ativa onde será feito um trabalho minucioso de identificação destas comunidades, levando em consideração critérios e metodologia adequada. Os critérios gerais para elegibilidade das comunidades são: i) Serem comunidades rurais de agricultores familiares que desenvolvam atividades agrícolas ou não agrícolas alinhadas às atividades produtivas do Projeto; i) Alto percentual de famílias inscritas no CadÚnico; A partir do conjunto de comunidades identificadas será realizada uma lista por Território Rural das possíveis comunidades a serem apoiadas pelo Projeto. O colegiado territorial validará esta listagem. Contudo para escolha final das comunidades serão utilizados também os critérios de priorização que são os seguintes: i) Ser comunidade tradicional e original (quilombola, indígena, pescadores artesanais, ribeirinhos, ciganos e outras); ii) Alta taxa de famílias inscritas no CadÚnico; iii) Maior proporção de famílias que necessitam de cisterna de primeira água para consumo humano e esgotamento sanitário; iv) Priorizar famílias que não foram beneficiadas por outros projetos para financiar atividades similares àquelas que o PIR irá financiar; v) Maior proporção de famílias representadas por mulheres e jovens e de famílias com PcD; vi) Evidência de degradação ambiental (com o auxílio da plataforma apropriadas); e vii) Inexistência ou baixo nível de acesso a serviços de ATER. Com relação ao lançamento de editais, algumas ações do Projeto poderão ser realizadas nesta modalidade, como é o caso da ação dos Planos de Negócios. Com relação a modalidade de sorteio o Procase não utilizará de nenhuma forma. É importante destacar que após a definição das comunidades vem o diagnóstico, elaboração dos projetos (parâmetros para elaboração) e na aprovação tem também os critérios de avaliação.
  • Como os públicos prioritários mulheres, jovens, PCTs e PCDs, podem acessar as ações e os Projetos? Terá a inclusão da população LGBTQIAPN+ ?
    Em todas as atividades desenvolvidas pelo PROCASE as mulheres devem ser prioridade, pois o Projeto se propõe atender 60 mil famílias sendo 50% famílias lideradas por mulheres considerando a relevância das mulheres rurais para a economia familiar e o desenvolvimento comunitário. São elas as guardiãs da vida, cuidadoras das crianças, dos idosos e dos doentes. Zelam pelo arredor de casa tornando-os produtivos, cuidando dos bichos e das águas. As mulheres, os povos e comunidade tradicionais acessarão o PROCASE nos Planos de investimento, terão acesso a AT e ainda participarão de capacitações e intercâmbios. Os jovens além de ter acesso a formação tanto em atividades agrícolas ou não agrícola e aos intercâmbios poderão participar como Agentes de Desenvolvimento Local como bolsistas e ainda beneficiados pelos PIR em suas comunidades. Impactadas por inúmeras discriminações a comunidade LGBTQIAPNB+ enfrenta obstáculos maiores para participarem das decisões que afetam seu bem-estar e seus direitos. O PROCASE promoverá encontros temáticos, com temas demandados pelo próprio grupo e também conscientização sobre seus direitos e enfrentamento às adversidades e situação de violência e inda, incentivando e colaborando na busca de acesso às políticas públicas. Esta população também poderá participar dos PIR nas comunidades de origem. As famílias que acaso tenha um membro PCD será prioridade entre as prioridades nas atividades e PIR. Registra-se ainda que o PROCASE elaborará um planos de ação nas temáticas: de Gênero, diversidade, juventude e segurança alimentar
  • Qual a modalidade de contratação dos Projetos e a documentação necessária da organização/associação/Cooperativa? As organizações que estão inadimplentes têm direito a acessar os projetos/ benefícios?
    A modalidade de contratação será por meio do Termo de Fomento que se trata de um documento que oficializa as parcerias entre o governo e organizações da sociedade civil para realizar projetos de interesse público. O documento será assinado entre as associações e cooperativas com o Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável – Procase II/ Secretaria de Estado da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido/SEAFDS, estabelecendo obrigações e direitos e permitindo o repasse de recursos. A documentação necessária das organizações para formalização do Termo, após construção dos Planos de Investimentos Resilientes (PIRs) e dos Planos de Negócios (PNs) é a seguinte: i) Estatuto da Associação; ii) Ata da Eleição da diretoria; iii) Comprovante de CNPJ; iv) Documentos do Presidente, (RG; CPF; Comprovante de Residência e Lista de Dirigentes com CPF); v) Certidão Negativa de Regularidade Fiscal Federal; vi) Certidão Negativa Estadual; vii) Certidão Negativa Municipal; viii) Certidão Negativa de Débitos Trabalhista; ix) Certificado de Regularidade do FGTS. As organizações precisarão estar adimplentes para poderem serem beneficiárias. Contudo, tendo em vista o cronograma de início das implantações dos planos (2º ano do Procase II) elas terão tempo para se regularizarem.
  • Que tipos de atividades e investimentos o PROCASE vai poder apoiar? Vai poder ter poços, barragem subterrâneas, passagem molhada, maquinas/equipamentos e patrulha mecanizada?
    As atividades e investimentos se dividem em três eixos, Produtivo e de comercialização; eixo ambiental e eixo de tecnologia social. Para o eixo Produtivo: i) Sistemas agroflorestais (SAFs) para produção diversificada; ii) Quintais para produção de frutas, hortaliças incluindo plantas alimentícias não convencionais[1] e plantas medicinais; iii) Apicultura e Meliponicultura; iv) Consórcios agroecológicos para produção orgânica entre os quais o algodão; v) Caprinovinocultura para leite e carne com SAF forrageiro; vi) Bovinocultura de leite com SAF forrageiro; e vii) Avicultura caipira com SAF forrageiro. É importante mencionar que no caso do apoio para criação de bovinos, a estratégia do projeto será de apoiar exclusivamente a produção leiteira (não será possível apoiar a criação para produção de carne), para melhorar a produtividade a partir do rebanho existente e não financiará a aquisição de animais, com exceção da compra para substituição de reprodutores. A lista não é exaustiva e poderão ser consideradas outras atividades desde que de acordo com a demanda dos beneficiários, os objetivos e critérios do Projeto. Para o eixo ambiental, terá como objetivo gerenciar e recuperar o meio ambiente, associado ou não às atividades do Eixo Produtivo do PIR em nível dos Territórios Locais Os PIR terão recursos específicos e de uso coletivo para incentivar a implementação de ações ambientais territoriais, tais como: i) Casas de Sementes da Paixão; ii) Implantação de viveiros com foco na produção de espécies nativas; iii) Reflorestamento, recuperação de áreas de preservação permanente (como por exemplo nascentes, matas ciliares, áreas com declividade superior a 45º, etc.) e áreas degradadas; iv) Ações de proteção do solo e das águas; v) Planos de reciclagem ou compostagem etc. Para o eixo de tecnologia social consiste em implementar tecnologias sociais, no âmbito familiar, como por exemplo: i) Cisterna de 2ª água (produção agropecuária); ii) Sistema de reúso de águas cinzas; e iii) Barreiros trincheiras (barragens subterrâneas). Além dessas tecnologias, também serão implantadas cisternas de 1ª água (consumo humano) e outras soluções sanitárias domiciliares, como bacias de evapotranspiração, ou de acesso a energia doméstica mais sustentável, como biodigestores e fogões ecoeficientes. Investimentos não elegíveis para financiamento dos PIR: Alguns tipos de investimentos não serão objeto de financiamento pelo projeto. Entre outros itens, não são financiáveis: − Compra de imóveis de quaisquer espécies; − Gastos com regularização fundiária e ambiental; − Despesas correntes (salários e encargos sociais do pessoal existente, água, energia elétrica, internet, telefonia); − Custos operacionais e de manutenção, construção, ampliação, modernização, reforma e construção de obras civis ou hídricas em imóveis que não disponham da titularidade do terreno, mas que possam apresentar declaração de posse, declaração de compra e venda ou termo de comodato; − Compra de matrizes bovinas; − Compra de agrotóxicos como herbicidas, fungicidas e inseticidas; Construção ou reforma de unidades de beneficiamento que usem, parcial ou totalmente, lenha como fonte de energia. [1] Plantas Alimentícias Não Convencionais
  • Com chegada do Procase ll também chegará regularização fundiária nas comunidades?
    No que diz respeito às comunidades prioritárias, cabe a ressalva de que só poderão ser beneficiárias desta ação comunidades e assentamentos que não estejam em situação de conflito ou litígio. Por isso, ao entrar em vigor o Projeto, caberá à UGP, em parceria com os outros órgãos / entidades pertinentes (INCRA, EMPAER[1] e com os órgãos federal e estadual de promoção da igualdade racial no caso das comunidades quilombolas), identificar e validar os assentamentos e comunidades quilombolas elegíveis com base neste primeiro critério. Preliminarmente foram mapeadas 33 comunidades quilombolas (dentre as 47 existentes no estado) em 21 municípios, além de 28 assentamentos da reforma agrária em 27 municípios. Entende-se que haverá também a possibilidade de atender comunidades rurais ‘tradicionais’, embora em número limitado. O Projeto deverá definir os critérios de priorização que permitam avançar nessa escolha. Em seguida, deverão ser definidas as comunidades /assentamentos de atuação. Desta forma, 40% da meta estará focada no atendimento a comunidades quilombolas e assentados federais da reforma agrária (preferencialmente aqueles já atendidos com projetos produtivos na fase I do PROCASE, e que já se encontram previamente mapeados). Os demais 60% da meta estarão focados em 09 municípios do estado, em propriedades de cerca de 25 hectares (média de 8 há por imóvel) pertencentes a beneficiários do PNCF, do projeto ECOPRODUTIVO, assentamentos estaduais da reforma agrária, população ribeirinha e demais grupos de agricultores familiares. Os municípios preliminarmente mapeados pela EMPAER são Barra de São Miguel, Boqueirão, Cabaceiras, Camalaú, Caraúbas, Congo, Monteiro, São Domingos do Cariri e Sumé. Esses municípios foram trabalhados pelo Procase I através de projetos produtivos, patrulhas mecanizadas e assessoria técnica a comunidades ribeirinhas beneficiadas pelo projeto de transposição das águas do rio São Francisco. Nestes 9 municípios há a previsão de se trabalhar com até 150 comunidades, já inicialmente mapeadas. [1] Numa reforma administrativa recente, a recém-criada EMPAER incorporou a função dos antigos EMATER-PB e INTERPA, que era o Instituto de Terra da Paraíba, responsável pelos assentamentos estaduais.
  • Os grupos informais, sem CNPJ poderão participar ou agregar seu projeto a um parceiro que possua CNPJ? No projeto poderá ser apoiada mais de uma atividade com uma única associação?
    Sim, grupos informais poderão participar de um PIR a partir de uma associação que possua CNPJ e que esteja com as certidões vigentes. Cada PIR poderá ser composto por até três comunidades, e terá como beneficiários as famílias dessas comunidades. O PIR poderá apoiar mais de uma atividade produtiva, orientadas para a adaptação às mudanças do clima, com potencial para garantir a segurança alimentar, e a melhoria da renda por meio da comercialização dos excedentes. Visa incorporar conceitos de boas práticas produtivas baseadas nos princípios da agroecologia, educação nutricional e segurança alimentar das famílias, além de garantir a integração com tecnologias sociais.
  • Será possível inserir a Educação em Solos (além da Educação Ambiental) nas propostas para fortalecer o sentimento de pertencimento e valorização do solo com vistas a minimizar o avanço dos processos de degradação que conduzem a desertificação.
    A inserção da Educação em Solos, além da Educação Ambiental, nas ações do PROCASE é uma estratégia importante para fortalecer o sentimento de pertencimento e valorização do solo pelas comunidades beneficiadas. Isso será possível por meio de algumas iniciativas-chave: 1. A ATER Agroecológica do projeto promoverá as melhores práticas de manejo e conservação dos solos junto aos agricultores familiares. 2. O Eixo Ambiental dos Planos de Investimento Resilientes possibilitará a implantação de ações para a recuperação e conservação de áreas degradadas, proteção de recursos hídricos e manejo sustentável dos solos. Serão desenvolvidas iniciativas de gestão do conhecimento, incluindo a coleta, sistematização e disseminação de informações relevantes sobre práticas agrícolas sustentáveis. Intercâmbios, seminários e materiais educativos capacitarão os agricultores e compartilharão experiências de sucesso.
  • Uma entidade recentemente beneficiada pelo PROCASE I e ou por outros projetos, poderá viabilizar outra proposta?
    Será dada prioridade as organizações que não foram beneficiadas por outros projetos. Caso essas organizações tenham famílias que se enquadrem como grupos prioritários (mulheres, jovens, quilombolas, indígenas, pescadores artesanais/marisqueiras, ciganos, ribeirinhos, pessoas com deficiência (PcD) e LGBTQIAPN+), elas poderão ser atendidas, desde que sejam atividades não financiadas anteriormente e que se enquadre como investimento elegível pelo projeto.
  • Qual a estratégia para evitar sobreposição de ações? E como será realizado o Controle social do Projeto e que momentos?
    Para evitar a sobreposição de ações o primeiro passo é identificar as Políticas e Projetos que estão em curso no estado, no âmbito da agricultura familiar, sejam elas/es com recursos estaduais e ou federais (Exemplo, Projeto Cooperar, Projeto Sertão Vivo, Projeto Dom Helder/FIDA), e buscar integrar as ações. Para isto o planejamento é fundamental, tanto para não sobrepor estratégias e ações e nem beneficiar demasiadamente algumas famílias, em detrimento de outras. Já o controle social pode ser feito desde da comunidade (os próprios sócios), no município pode ser feito por meio do CMDRS que tem o papel de fazer o controle de todas as políticas voltadas para o Desenvolvimento Rural. No caso do PROCASE as comunidades/projetos serão apresentadas no colegiado territorial que terá papel validador/validação das comunidades identificadas e também tem o Comitê Executivo de Gestão dos Investimentos Produtivos -CEGIP que será composto por Governo e sociedade civil e terá o papel de: I. Apreciar e homologar os Projetos de Investimento Resiliente (PIR) apresentados pela UGP/PROCASE; II. Requerer, a qualquer tempo, ao Coordenador Estadual do PROCASE, informações concernentes aos projetos e investimentos realizados no âmbito dos colegiados territoriais do Estado da Paraíba; III. Acompanhar a eficiência das políticas e ações de salvaguardas socioambientais adotadas pelo PROCASE no Plano de Gestão Ambiental e Social Estratégica - PGASE; IV. Acompanhar, a cada semestre, os avanços medidos pelos indicadores de resultados e produtos entregues pelo Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável, de acordo com as diretrizes do Relatório Operacional do Projeto (ROP). Além dos espaços/ instrumentos acima citados, a população também poderá utilizar os canais de manifestações e queixas oficias. • E-mail: contato@procase.pb.gov.br • Telefone: (83) 3214-9248 • Canal do “Fale Conosco” do Procase: https://www.procase.pb.gov.br/contato • Ouvidoria Governo da Paraíba: https://ouvidoria.pb.gov.br/ • Canal de Reclamações do BID: https://www.iadb.org/pt-br/quem-somos/enviar-uma-alegacao/reclamacoes-ambientais-e-sociais Canal de Reclamações do FIDA: ethicsoffice@ifad.org
  • Quando os projetos forem aprovados pelas entidades rurais, os recursos vão direto para as entidades ou vai ter interferência política local?
    Os recursos relacionados tanto aos Planos de Investimentos Resilientes-PIRs como os Planos de negócios serão repassados diretamente às associações e /ou cooperativas que receberão assessoria técnica para executá-los. Além disto os projetos aprovados deverão passar por critérios técnicos de avaliação evitando assim, qualquer interferência política.
  • O projeto vai contemplar investimento para construção/obras?
    O Procase II contemplará reformas e pequenas obras de tecnologias sociais, implementadas por meio de entidades contratadas, como perfuração de poços, construção de barragens e instalação de cisternas. Nos Planos de Investimento Resilientes (PIRs), realizados por meio de associações, e nos Planos de Negócios (PNs), conduzidos por cooperativas, as reformas poderão representar, no máximo, 20% do valor de cada plano.
  • Os projetos irão oferecer condições de aumentar a produção e o escoamento/comercialização?
    Sim, os projetos do PROCASE II irão oferecer condições para aumentar a produção e o escoamento/comercialização dos produtos agrícolas. O objetivo central é promover o desenvolvimento rural sustentável e a inclusão produtiva e social dos agricultores familiares. Para isso, serão implementadas estratégias-chave. Dentre elas, os planos de investimento resilientes incluirão um eixo voltado para a produtividade e a inserção dos produtos no mercado, priorizando práticas que aumentem a resiliência dos agricultores às mudanças climáticas e às variações de mercado. Também haverá investimentos significativos em planos de negócios para cooperativas de diferentes portes. Além disso, outra importante iniciativa será a melhoria das condições de infraestrutura e logística das feiras livres e centros de comercialização locais, proporcionando aos agricultores mais oportunidades para vender seus produtos diretamente aos consumidores. Também serão organizados eventos para facilitar o acesso dos agricultores a programas como o PAA e o PNAE, fornecendo informações e suporte para que eles possam se beneficiar dessas políticas e ampliar suas oportunidades de mercado. Essas estratégias visam criar um ambiente favorável para o aumento sustentável da produção e a melhoria das condições de comercialização, contribuindo para a sustentabilidade econômica das comunidades rurais.
  • Quem vai elaborar os projetos? Vai ter capacitação sobre como elaborar os Projetos?
    Os projetos do PROCASE II serão elaborados pela ATER de forma participativa junto às comunidades, com os técnicos passando por aperfeiçoamento para nivelamento. Serão oferecidas oficinas e treinamentos práticos, materiais didáticos adaptados à realidade dos agricultores e apoio contínuo das equipes de ATER para garantir a qualidade dos projetos. Os projetos serão elaborados de forma participativa entre as equipes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e as comunidades rurais beneficiárias. Para garantir a qualidade dos projetos, os técnicos da ATER passarão por um processo de aperfeiçoamento e capacitação e ao longo de todo o processo, as equipes da ATER contarão com o apoio contínuo do PROCASE, assegurando que os projetos sejam construídos de maneira colaborativa, refletindo as necessidades e potencialidades das comunidades.
  • Podemos participar de todos os projetos/ações ofertadas pelo Procase?
    O trabalho do PROCASE é de atendimento às famílias de agricultores (as) por meio das organizações (associações e ou cooperativas), então cada família terá um único cadastro, sendo assim aquela família/beneficiária poderá participar de uma única ação e ou ações complementares (Exemplo a família que for beneficiária de um projeto PIR receberá também ATER e atividades de formação). A mesma família não poderá participar de 2 projetos diferentes.
  • O Procase ll tem interesse em formular/apoiar projetos nos Assentamentos da Reforma Agrária? Minha dúvida é porque não apareceu os (as) assentados (as) como prioridades.
    Agricultores e agricultoras familiares, apoiados ou não pela reforma agrária, poderão ser beneficiados com investimentos e ações do Procase II.
  • Vai ser menos burocrático do que os demais projetos? Vai ter agilidade nos processos?
    Os processos burocráticos existem para dar transparência aos recursos públicos envolvidos no processo de licitação, contudo as empresas de assessoria técnica que acompanharão a execução do PIR´s serão capacitadas para dar agilidade nos processos de compras e aquisições das comissões de licitação que cada associação terá.

Confira os locais das salas de transmissão - Consulta Pública 02/07/2024

Município
Território
Local
Endereço
Água Branca
Serra do Teixeira
Auditorio da Prefeitura
PB 306 - Centro, Água Branca - PB, 58748-000
Aguiar
Vale de Piancó
Casa da Cultura
Rua Epitácio Tavares, S/N
Alagoa Nova
Borborema
Centro de Cultura e Cidadania da Associação Cultural e Agrícola dos Jovens Ambientalista da Paraíba - ACAJAMAN
Rua Antunes Brandão, 380, Santa Luzia, Alagoa Nova - PB
Alagoa Grande
Borborema
Alagoinha
Brejo
CRAS
R. Dr. Francisco Beltrão, 2-80, Alagoinha - PB, 58390-000
Aparecida
Vale do Piranhas
Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de Aparecida
Rua Josefa Cassimiro de Almeida, 257, Centro - Aparecida - PB
Araçagi
Brejo
Sindicato do Trabalhadores Rurais
Av. José Rosa Filho, 243, Araçagi - PB, 58270-000
Arara
Piemont da Borborema
Sindicato dos Trabalhadores Rurais
R. Solon de Lucena, nº 16, Arara- PB, 58396-000
Areia
Borborema
Auditório do Teatro Minerva
Endereço: Rua Epitácio Pessoa - Areia- PB
Areia de Baraúnas
Médio Sertão
Gerência Operacional da Empaer
Rua Valdeci Sales, 374, Centro, 58732-000
Areial
Borborema
Sindicato dos Trabalhadores Rurais
Rua Joaquim Fonseca, 923, Centro, Areial-PB. CEP: 58140-000
Baia da Traição
Mata Norte
Funai
Aldeia do Forte, S/N - Área Rural- Baia da Traição - PB
Bananeiras
Piemont da Borborema
Espaço Cultural Oscar de Castro
R. Henrique Lucena Costa, 21, Bananeiras - PB, 58220-000.
Belém
Piemont da Borborema
Sindicato dos Trabalhadores Rurais
R. Joaquim Rodrigues - Belém, PB, 58255-000
Belém do Brejo do Cruz
Médio Piranhas
Câmara de Vereadores
Rua Cônego José Viana, s/n - Centro - CEP: 58895-000 - Belém Brejo do Cruz\PB
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